Reunião virtual debate ações emergenciais para as populações do campo no RN

reunião ASA-SETHAS-SEDRAF-Movimentos Sociais 1

Aconteceu, na tarde de ontem, 06, uma reunião virtual coordenada pela Articulação Semiárido Brasileiro no Rio Grande do Norte (ASA Potiguar) com representantes do governo do estado e de movimentos sociais para debater ações emergenciais voltadas à agroecologia, à segurança alimentar e de apoio à agricultura familiar diante do cenário da pandemia causada pelo novo coronavirus.

Os movimentos sociais apresentaram pautas e propostas de como o governo poderia atuar nesse momento de emergência. O governo fez um repasse sobre as ações que estão sendo discutidas e as que já estão em curso. Como encaminhamento, ficou decidida a construção de um comitê com representações da sociedade civil e do governo do estado para pensar uma base operacional de atuação nesse período de crise.

reunião ASA-SETHAS-SEDRAF-Movimentos Sociais 2

A reunião teve a participação da Marcha Mundial das Mulheres, representada através do Centro Feminista 8 de Março; da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural e da Agricultura Familiar (SEDRAF); da Secretaria de Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (Sethas); do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST-RN); da Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Rio Grande do Norte (FETARN); da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar do Rio Grande do Norte (FETRAF-RN); da Cooperativa Central da Agricultura Familiar do Estado do Rio Grande do Norte (COOAFARN); e do Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA-RN).

“A reunião foi muito importante para impulsionar as políticas voltadas para as mulheres e homens do campo. Saímos dessa reunião com a certeza de que o governo se responsabilizará pela segurança alimentar das pessoas no campo, que está construindo um meio de mercado institucional para que a agricultura familiar não pare de produzir nesse período de pandemia e para que tenha mercado garantido pelo próprio estado para absorver a produção da agricultura familiar”, declarou Conceição Dantas, representante da Marcha Mundial das Mulheres e coordenadora do projeto CF8/UE.

 

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