Seguiremos em marcha até que a Palestina seja livre!

 

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*Via marchamulheres.wordpress.com

Boicote, Desinvestimentos e Sanções (BDS) contra agressão do Estado de Israel ao povo palestino!

Seguiremos em Marcha até que a Palestina seja Livre!


“Qual de nós será o/a próximo/a, enquanto ficamos em nossas camas acordados/as pelo som   da carnificina de hoje à noite? Será que vamos ser a próxima foto deixada em um estado irreconhecível pela máquina de distruição de Israel? […] Perguntamos: quantas de nossas vidas são dispensáveis até que o mundo entre em ação? Quanto do nosso sangue é suficiente?”
– chamado à ação desde Gaza.

Estamos em 2014, e desde o dia 8 de Julho, mais do que 170 palestinos e palestinas foram mortas pelos bombardeios israelenses, na Faixa de Gaza. Já são mais de 2000 pessoas feridas – dois terços deles mulheres e crianças. Israel bombardeia indiscriminadamente casas, hospitais e infra-estruturas de saneamento e abastecimento de água. As ações de Israel deixam impactos importantes sobre a vida de uma geração inteira de palestinos e de palestinas.

Como sempre, nas agressões militares, as mulheres são as que mais sofrem, são as que têm papel central no cuidado dos feridos, na reconstrução dos espaços urbanos e na continuidade da vida social dos/das sobreviventes e da vida econômica.

 As razões para essa agressão militar a Faixa de Gaza estão nas políticas de ocupação, colonização, apartheid e limpeza étnica que Israel vem implementando há décadas. Os massacres ao povo palestino, por parte do Estado de Israel, se repetem ciclicamente: 120 civis palestinos mortos, em Deir Yassin, em 1948; massacre de 3 mil palestinos/as nos campos refugiados de Sabra e Shatila, em 1982; massacre de Jenin, ataque a Geza, em 2006; em 2008/9, mais de 1400 pessoas foram assassinadas; e as agressões, em 2012; assassinato de 120 civis em Deir Yassin, entre outros.

No momento em que Israel afronta, uma vez mais, a legislação internacional e insiste em manter a ocupação de terras que não lhe pertencem, estendendo suas colônias, humilhando um povo inteiro em seus postos de controle, encarcerando e torturando mais do que cinco mil preso/as, desviando a água dos rios, cortando a energia elétrica, e atentando contra direitos humanos    básicos, cresce a nossa responsabilidade em apoio as mulheres palestinas!

Nós, feministas da Marcha Mundial das Mulheres, chamamos todos e todas para aderir às ações pelo fim imediato dessa agressão militar genocida, assim como convocamos a todos e a todas a fortalecer, nessa hora dramática, o movimento de Boicote, Desinvestimento e Sanções (#BDS) para obrigar Israel a cessar, de uma vez por todas, as suas violações dos direitos humanos ao povo palestino.

Pedimos, em particular, apoio às ações para a implementação de um embargo militar integral contra Israel e o fim de todos os acordos comerciais e bilaterais, do Governo Brasileiro e dos estados com Israel. Precisamos ampliar a mobilização pelo rompimento de qualquer acordo com empresas israelenses, como a Elbit – que desenvolve a tecnologia dos drones – ou a Mekorot – responsável por violações e discriminações no direito à água à Palestina, desde a década de 1950. Acordos deste tipo servem apenas para aumentar o poder de um regime que se sustenta com a opressão do povo palestino.

Ainda, diante de todas as violações dos direitos humanos, da violência e horror causados pelo Estado de Israel, também exigimos o imediato rompimento das relações diplomáticas, retirando imediatamente o embaixador brasileiro de Israel.

Marcha Mundial das Mulheres

 

Links para entender a situação da Palestina

Site da Campanha BDS

Gaza, texto de Eduardo Galeano

Do Opera    Mundo, governo na Palestina põe fim a 7 anos de cisão entre Fatah e Hamas:

Isso não é uma guerra: Infográfico

Do Opera Mundi, sobre crime de guerra ao mirar civis

Do Opera Mundi, sobre atual governo da palestina, com Hamas

Brasil financia política de Apartheid israelense, diz integrante do Stop The Wall

“Se a Índia e o Brasil quisessem fazer a paz na Palestina, poderiam fazer amanhã”, entrevista com Maren Mantovani, da Stop the Wall

Video sobre o BDS

Até que a Palestina seja livre!

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